sexta-feira, 22 de abril de 2011

Uma mistura de sangue e azeite


“O Jardim do Éden, com sua pútrida mancha de desobediência, deve ser cuidadosamente estudado e comparado com o Jardim do Getsêmani, onde o Redentor do mundo sofreu agonia sobre-humana quando os pecados do mundo todo foram depostos sobre Ele.” CRISTO TRIUNFANTE, MM 2002, pág. 24. Como, pela desobediência de um só homem, muitos se tornaram pecadores, assim também, por meio da obediência de um só, muitos se tornarão justos. Rom. 5:19.

Você já percebeu como Jesus tem sido o tema principal de muitas revistas, filmes e da mídia secular em geral? Um jornalista, redator de uma importante revista científica, disse certa vez que, hoje em dia, a figura de Jesus tem causado um verdadeiro “reboliço” nas pessoas. A revista que vendeu mais, segundo ele, foi a que tinha uma gravura de Jesus na capa – essa revista vendeu cerca de 200 mil cópias. E ao ser entrevistado, o redator disse que “Jesus está em moda”, o que pode ser muito bem aplicado em suas “estratégias de marketing”.

Mas ainda bem que, nem tudo o que essas revistas estão dizendo por aí está em contradição com a Bíblia. Quero citar um exemplo. Em fevereiro de 2008, a revista IstoÉ trouxe uma reportagem de capa intitulada “a autópsia de Cristo”. O objetivo da reportagem foi dissecar a morte de Cristo sob o ponto de vista científico da medicina. O médico legista americano Frederick Zugibe, 76 anos, cristão fervoroso, um dos mais conceituados peritos criminais em todo o mundo e professor da Universidade de Columbia, juntou ciência e fé e atravessou meio século de sua vida debruçado sobre a questão da verdadeira causa mortis de Jesus. Escreveu três livros e mais de dois mil artigos sobre esse tema, todos publicados em revistas especializadas, nos quais revela como foi a crucificação e quais as conseqüências físicas, do ponto de vista médico, dos flagelos sofridos por Cristo.

O interesse pelo assunto surgiu em 1948 quando ele estudava biologia e discordou de um artigo sobre as causas da morte de Jesus. Jesus morreu antes de ser suspenso na cruz? Morreu no momento em que lhe cravaram uma lança no coração? Morreu de infarto? O médico legista Zugibe é categórico em responder 'não'. E atesta a causa mortis: Jesus morreu de parada cardiorrespiratória decorrente de hemorragia e perda de fluidos corpóreos (choque hipovolêmico), isso combinado com choque traumático decorrente dos castigos físicos a ele infligidos.

"O ponto de partida é o Jardim das Oliveiras", diz Zugibe, (e aqui é o ponto onde quero chegar nesse texto!) "quando Jesus se dá conta do sofrimento que se avizinha: condenação, açoitamento e crucificação. Relatos bíblicos revelam que nesse momento 'o seu suor se transformou em gotas de sangue que caíram ao chão'. A descrição (feita pelo apóstolo Lucas, que era médico) condiz, segundo o legista, com o fenômeno da hematidrose, raro na literatura médica, mas que pode ocorrer em indivíduos que estão sob forte stress mental, medo e sensação de pânico. As veias das glândulas sudoríparas se comprimem e depois se rompem, e o sangue mistura-se então ao suor que é expelido pelo corpo.

"Fala-se sempre das dores físicas de Jesus, mas o seu tormento e sofrimento mental, segundo o autor, não costumam ser lembrados e reconhecidos pelos cristãos: 'Ele foi vítima de extrema angústia mental e isso drenou e debilitou a sua força física até a exaustão total.' Zugibe cita um trecho das escrituras em que um apóstolo escreve: 'Jesus caiu no chão e orou.' Ele observa que isso é uma indicação de sua extrema fraqueza física, já que era incomum um judeu ajoelhar-se durante a oração. A palidez com que Cristo é retratado enquanto está no Jardim das Oliveiras é um reflexo médico de seu medo e angústia: em situações de perigo, o sistema nervoso central é acionado e o fluxo sangüíneo é desviado das regiões periféricas para o cérebro, a fim de aguçar a percepção e permitir maior força aos músculos. É esse desvio do sangue que causa a palidez facial característica associada ao medo. Mas esse era ainda somente o começo das 18 horas de tortura.”

Você percebeu como a ciência retratou a cena de Jesus no Jardim do Getsêmani? “Ele foi vítima de extrema angústia mental”. Ela confirma o que foi escrito nos Evangelhos. Agora, eu quero estudar com você um pouco sobre essas últimas horas de Jesus antes de morrer, mais precisamente sobre os momentos em que estava no Jardim do Getsêmani.

Após celebrarem a ceia no cenáculo e após dizer Suas palavras de despedida, Jesus e os discípulos dirigiam-se ao jardim do Getsêmani. Saíram pelas portas da cidade, baixaram pelo vale íngreme e cruzaram o canal da corrente Cedrom. Ali deve ter acontecido algo simbólico. Todos os cordeiros pascais eram sacrificados no templo e se vertia seu sangue sobre o altar como oferta a Deus. A quantidade de cordeiros que se matava para a páscoa era imensa. Em certa ocasião, trinta anos depois da época de Jesus, fez-se um censo e se contaram 256.000. Podemos imaginar o que seriam os pátios do templo quando se vertia todo o sangue destas ovelhas sobre o altar! Do altar havia um canal que ia ao arroio Cedrom e o sangue fluía por ele. Quando Jesus cruzou o arroio certamente ainda estava vermelho com o sangue dos cordeiros sacrificados. E sem dúvida alguma ao ver esse sangue vislumbraria de maneira mais clara seu próprio sacrifício. (William Barclay, Novo Testamento Comentado, p. 514).

É interessante sabermos que Jesus se dirigiu juntamente com seus discípulos a um jardim, horas antes de ser crucificado. Por que um jardim? Esse jardim era um lugar costumeiro de oração. Jesus costumava estar ali com seus discípulos para orar e estar em comunhão com o Pai (João 18:2). E jardim significa isso. Um lugar reservado. Evoca adoração. Indica vulnerabilidade e dependência.

Na verdade, “jardim” foi a primeira morada do ser humano. Sua primeira casa. O lugar onde tudo começou: a alegria do primeiro amor e a tristeza da perda. O lugar do encontro e também do desencontro: o encontro do Criador com a criatura; do homem com a mulher; e também o lugar da separação – separação do primeiro casal do seu Criador. Foi o lugar onde as flores abriram espaço para os espinhos; onde a alegria abriu caminho para a dor; onde o ódio se tornou o instinto marcante entre os seres vivos, onde a natureza chorou ao perceber que seria vítima do pecado de nossos primeiros pais.

“Jardim do Éden” significa “Lugar de Delícias”. O lugar das surpresas; o lugar das descobertas; o lugar onde podiam conversar face a face com o próprio Deus; o lugar onde a eternidade era o presente. Mas também foi o lugar do engano e da aceitação do mal. O lugar da despedida. Porém, o pecado não pegou Deus de surpresa. Ele já tinha elaborado um plano para salvar o homem. Gênesis 3:15 diz: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar”.

Agora, depois de alguns milênios, o Criador se encontra novamente num jardim. Mas esse jardim era diferente. Em vez de “lugar de delícias”, ele se chamava Getsêmani. A palavra hebraica Getsêmani quer dizer “lagar do azeite”, “prensa de óleo” ou “prensa de azeite”. Era um lugar onde havia muitas oliveiras e onde havia o cultivo e prensagem das azeitonas, que era feita em grandes pedras localizadas no centro do jardim. Na parte superior dessas pedras, havia um orifício onde eram prensadas as azeitonas, cujo líquido escorria através de um canal até um recipiente onde era recolhido o azeite.

E nesta feita, não eram as azeitonas que estavam sendo pressionadas no Getsêmani; mas o Filho de Deus. Nesse momento, aparentemente, em vez de o Descendente pisar na cabeça da serpente, parece que a serpente é quem está se saindo vitoriosa contra o Descendente, pressionando-O. Como pôde isso? Ellen G. White escreveu de forma primorosa: “Satanás apertava o Redentor, apresentando a situação justamente em seus piores aspectos”. Com cruéis tentações, tentou fazer com que Cristo deixasse de cumprir Seu plano de salvar o homem. Mas “Cristo repeliu esse pensamento com todo Seu ser. Que aqueles a quem empreendera salvar, aqueles a quem tanto amava, se unissem aos tramas de Satanás - isto Lhe traspassava a alma. Terrível era o conflito. Media-se pela culpa da nação, de Seus acusadores e traidor, pela culpa de um mundo imerso na impiedade. Os pecados dos homens pesavam duramente sobre Cristo, e esmagava-Lhe a alma o sentimento da ira divina... Terrível foi a tentação de deixar que a raça humana sofresse as conseqüências de sua própria culpa, e ficasse Ele inocente diante de Deus.” O Desejado de Todas as Nações, págs. 686 e 687.

Em meio às acusações satânicas e ao pesado fardo dos pecados que lhe recaía sobre seus ombros, Jesus começou a suar gotas de sangue. Não mais o azeite das azeitonas era derramado sobre as gélidas pedras do jardim, mas o sangue precioso do Salvador que decidiu pagar o preço da humanidade até o fim. Jesus disse: “A minha alma está profundamente triste até à morte”. Mateus 26:38. Foi o peso do pecado, a sensação de sua terrível enormidade e da separação por ele causada entre Deus e a alma, que quebrantaram o coração do Filho de Deus. “Ao sobrevir-Lhe a agonia de alma, grandes gotas sanguinolentas de suor Lhe saíram dos poros e, com o orvalho que caía, umedeceram a relva do Getsêmani.” CRISTO TRIUNFANTE, pág. 265. Uma mistura de sangue e azeite. Bem como disse o profeta Isaías: “Certamente, Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Todavia, o Senhor AGRADOU MOÊ-LO, fazendo-o enfermar; quando der ele a sua alma como oferta pelo pecado, verá a sua posteridade e prolongará os seus dias; e a vontade do Senhor prosperará nas suas mãos”. Isaías 53:4 e 10.

Mas felizmente, Cristo resistiu às sinuosas tentações de Satanás e saiu-se vencedor. “Pai, se possível, passa de Mim esse cálice, mas não seja como Eu quero, mas sim, como Tu queres”. (Mateus 26:39). Esse foi o rogo de Cristo por três vezes. Jesus confiou na direção e no plano do Pai. Ele estava submisso ao plano que tinha sido arquitetado “desde a fundação do mundo”. O veneno da serpente e o seu plano de “apertar” o Salvador com duras tentações, “virou-se” contra ela mesma. A “desgraça” do sofrimento de Jesus, o fato de Ele ter-se feito “maldição” por nós, (Deuteronômio 21:23, Gálatas 3:13, Números 21:1-9, João 3:14 e 15) se transformou numa grande bênção. E Jesus é especialista em transformar desgraças e bênçãos.

O livro “Cristo em Seu Santuário” diz na página 70: “No Getsêmani, a taça de amarguras tremia-Lhe na mão. Ele poderia naquele momento ter enxugado o suor de sangue da fronte, abandonando a raça criminosa para que perecesse em sua iniqüidade. Houvesse Ele feito isto, e não teria havido redenção para o homem caído. Quando, porém, o Salvador rendeu a vida, e em Seu último alento clamou: "Está consumado", assegurou-se naquele instante o cumprimento do plano da redenção. Ratificou-se a promessa de libertamento, feita no Éden, ao casal pecador. O reino da graça, que antes existira pela promessa de Deus, foi então estabelecido”.
Alguns personagens importantes são apresentados por João nesse cenário do Getsêmani e merecem ser analisados. Judas e Pedro. Personagens tão parecidos e ao mesmo tempo tão diferentes em frente aos últimos acontecimentos da vida de Jesus.

Pedro e Judas conheciam aquele lugar, “porque Jesus ali estivera muitas vezes com seus discípulos” João 18:2. Ali, os discípulos aprenderam a ter comunhão com Deus. Aprenderam a orar. Talvez, até cantavam juntos em alguns momentos. Um conjunto de 13 pessoas!

Mas desta vez, o cenário era diferente. Era um cenário de luta entre Cristo e Satanás; Miguel e a serpente. Um cenário onde cruéis tentações estavam sendo travadas, onde ambos os poderes disputavam o domínio da humanidade. Apenas Jesus foi capaz de “vigiar e orar”. Os discípulos estavam “sonolentos”; seus olhos estavam pesados (Mt. 26:43); estavam dormindo de “tristeza” (Lc. 22:45). Mas graças à comunhão com o Pai e a submissão à vontade de Deus, Jesus saiu-se vitorioso. “Pai, se queres, passa de mim este cálice; contudo, não se faça a minha vontade, e sim a tua.”

Judas foi quem trouxe a escolta (Em grego, escolta - “speira”, indica um grupo de 600 homens, mas não quer dizer que todos estavam presentes na ocasião) de soldados para prender Jesus. A guarda do Templo estava presente. Estes vieram com tochas, lanternas, armas, (evidência de que tenha sido testemunha ocular) como se viessem prender um marginal ou assassino, devido à quantidade de armas. Antes de perguntarem, Jesus se adiantou e disse: “A quem buscais?”. Jesus sabia o que eles queriam. E eles responderam: “A Jesus, o Nazareno”. E Jesus disse: “Sou Eu”. (Esta afirmação pode indicar simples identificação, como em 9:9, ou pode também dar a entender o misterioso e majestoso nome do próprio Deus - 8:58). Ao dizer isso, todos que faziam parte daquela turba recuaram e caíram por terra. Lucas 23:43 menciona que “apareceu um anjo do céu que o confortava”. Ellen White diz no livro O Desejado de Todas as Nações pág. 693 e 694: “Nessa horrível crise, quando tudo estava em jogo, quando o misterioso cálice tremia nas mãos do Sofredor, abriu-se o Céu, surgiu uma luz por entre a tempestuosa treva da hora da crise, e o poderoso anjo que se acha na presença de Deus, ocupando a posição da qual Satanás caíra, veio para junto de Cristo. O anjo não veio para tomar-Lhe o cálice das mãos, mas para fortalecê-Lo a fim de que o bebesse, com a certeza do amor do Pai. Veio para dar força ao divino-humano Suplicante. Ele Lhe apontou os Céus abertos, falando-Lhe das almas que seriam salvas em resultado de Seus sofrimentos. Afirmou-Lhe que Seu Pai é maior e mais poderoso que Satanás, que Sua morte redundaria na sua inteira derrota, e que o reino deste mundo seria dado aos santos do Altíssimo. Disse-Lhe que Ele veria o trabalho de Sua alma, e ficaria satisfeito, pois contemplaria uma multidão de membros da família humana salvos, eternamente salvos... A agonia de Cristo não cessou, mas Sua depressão e desânimo O deixaram”.

Enquanto Pedro dormia, Judas se apresentou com a escolta de guardas e soldados. Enquanto Judas traía Jesus com um beijo na face, Pedro defendia Jesus com “unhas e dentes”, cortando a orelha de um dos guardas do Templo chamado Malco. Com certeza, aquele golpe não era para acertar a orelha do soldado!

Ambos tinham motivações aparentemente corretas, mas que foram desenvolvidas de forma totalmente equivocada. Judas queria dar uma “forcinha” para Jesus mostrar o Seu poder e instaurar o Seu reino aqui na terra. Deu a “forcinha” realmente visando receber uma posição dentro desse reino. Já Pedro, através da força e da impetuosidade, quis defender Jesus, mas foi repreendido: “Mete a espada na bainha; não beberei, porventura, o cálice que o Pai me deu?” João 18:11. Mateus acrescenta: “Acaso, pensas que não posso rogar a Meu Pai, e Ele me mandaria neste momento mais de doze legiões de anjos [uma legião no lugar de cada um dos discípulos]? Como, pois, se cumpririam as Escrituras, segundo as quais assim deve suceder?” Mateus 26:53 e 54.

Após essa cena, Jesus pacientemente se rendeu e permitiu que fosse levado pelos soldados. Os discípulos ficaram aterrorizados, ao ver que Jesus permitia que O prendessem e ligassem. Como Jesus podia permitir isso? Indignado e cheio de medo, Pedro propôs aos discípulos que se salvassem a si mesmos. Seguindo essa sugestão, "todos os discípulos, deixando-O, fugiram". Mas Jesus já tinha predito essa deserção. "Eis que chega a hora", dissera, "e já se aproxima, em que vós sereis dispersos, cada um para sua parte, e Me deixareis só; mas não estou só, porque o Pai está comigo." João 16:32.

Jesus foi deixado só. Só no Getsêmani, sofrendo a cruel condenação daquele “amargo cálice”. Só perante os líderes Anás e Caifás. Só diante de Herodes. Só ao ser julgado por Pilatos. Só na cruz. Só sem o Pai. Só. “Meu Deus, meu Deus, por que me desamparaste?” foi o Seu grito na cruz. Mas Ele tinha que “pisar no lagar sozinho”. Ele tinha que experimentar a profundidade do abismo. Essa era a Sua maneira “estranha” de salvar. Um por todos. Um levando a culpa de todos. E Ele se fez maldição por nós. O veneno se tornou antídoto. A serpente levantada no deserto por Moisés era o símbolo de Cristo fazendo-Se maldição por nós (Dt 21:23 e Gl 3:13), ou seja, levando a nossa maldição em Suas costas. E a caça se virou contra o caçador. A serpente chamada Satanás foi esmagada bem na cabeça, no meio dos olhos. A desgraça se transformou em bênção. Um morreu por todos. A mistura de sangue com azeite simboliza isso: a face ensangüentada de Cristo no Getsêmani resplandecia a glória e o amor de Deus por nós. E é esse amor que nos purifica e nos redime.

3 comentários:

  1. Marinelly Macêdo23 de abril de 2011 23:41

    Pr. Milton, lindo esse texto...Quando eu paro pra pensar o tanto que Jesus sofreu naquela noite eu passo a entender o verdadeiro significado de amor.
    No momento de dor ele poderia simplesmente abandonar tudo, mas por amor a cada um de nós ele preferiu morrer.
    Que esse sacrifício que Jesus fez no jardim do Getsêmani, passando tanta dor e agonia a ponto de seu suor se transformar em gotas de sangue possa realmente fazer sentido na vida de cada pessoa.
    A esse infinito amor eu serei eternamente grata!

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  2. Milton qndo lança o dvd o dia enfim chegou?

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  3. Miltão!
    Passando aqui para parabeniza-lo, tanto pelos anos de vida que Deus tem acrescido a ti, e também por esta nova jornada, da ordenação ao pastorado. Que Deus o ilumine a cada dia mais!

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